sexta-feira, 15 de junho de 2012

CÉLULA EUCARIOTA E CÉLULA PROCARIOTA


CÉLULA EUCARIOTA E CÉLULA PROCARIOTA


1) Nucléolo: importantes no processo reprodutivo da célula e organização dos ribossomos.

2) Núcleo com carioteca: coordenação do metabolismo celular; proteção do núcleo (carioteca).


3) Ribossomo aderido ao retículo endoplasmático: ribossomo tem função de produção de proteínas (síntese protéica).


4) Lisossomo: (digestão celular), reciclagem de organelas celulares envelhecidas.


5) 
Retículo endoplasmático rugoso: síntese de proteínas.



6) Complexo de Golgi: processamento de proteínas e distribuição para as outras organelas da célula (centro de armazenamento, transformação, empacotamento e remessa de substâncias dentro da célula).


7) Membrana plasmática: defesa, proteção e reconhecimento.

8) Retículo endoplasmático liso: formado por um sistema de canais e atua como um sistema de distribuição de susbstâncias entre o núcleo e o citoplasma.


9) Mitocôndrias: produção de energia (ATP) e respiração celular.


10) 
Vacúolo: armazenamento de substâncias (tanto para excreção como para uso posterior).



11) Citoplasma: matriz onde líquida onde estão todas as organelas e onde acontecem muitas das reações químicas da célula.

12) 
Cloroplasto: organelas responsável pela fotossíntese.



13) Centríolo: auxilia no processo de divisão celular e afastamento dos cromossomos durante a divisão celular 

teorias que tentam explicar o aparecimento dos primeiros seres-vivos:

O planeta Terra formou-se há cerca de 4,6 bilhões de anos. Sua aparência inicial era completamente diferente da aparência que tem hoje. Não havia nele qualquer tipo de ser vivo.

Supõe-se hoje, através do estudo de fósseis, que os primeiros seres vivos surgiram provavelmente há cerca de 3,5 bilhões de anos.

Ao longo dos tempos, várias hipóteses foram elaboradas na tentativa de responder como os planetas apareceram - como a hipótese da geração espontânea, a hipótese extraterrestre entre outras.

A hipótese da geração espontânea

Até o século XIX, imaginava-se que os seres vivos poderiam surgir não só a partir da reprodução de seres preexistentes, mas também a partir de matéria sem vida, de uma forma espontânea. Essa idéia, proposta há mais de 2.000 anos por Aristóteles, filósofo grego, é conhecida como geração espontânea. 

Segundo aqueles que acreditavam na geração espontânea, determinados objetos poderiam conter um “princípio ativo”, isto é, uma espécie de “força” capaz de transformá-los em seres vivos.

Através da geração espontânea, explicava-se, por exemplo, o aparecimento de vermes no intestino humano, como a lombriga, ou o surgimento de ”vermes” no lixo ou na carne em putrefação.

Logicamente, quem assim pensava desconhecia o ciclo de vida de uma lombriga ou uma de mosca. Hoje, sabe-se que as lombrigas surgem no intestino humano a partir da ingestão de água e de alimentos contaminados por ovos fecundados de lombrigas preexistentes. Sabe-se também que os “vermes” que podem aparecer no lixo e na carne em decomposição são, na verdade, larvas de moscas que se desenvolvem a partir de ovos depositados nesses materiais por moscas fecundadas.
A hipótese extraterrestre

Svante Arrhenius (1859-1927), um físico e químico sueco, supunha que, em épocas passadas, poeiras espaciais e meteoritos caíram em nosso planeta trazendo certos tipos de microrganismos, provavelmente semelhantes a bactérias. Esses microrganismos, então, foram se reproduzindo, dando origem à vida na Terra.

A hipótese de Oparin

Até chegar à forma que tem hoje, com seu relevo, rios, oceanos, campos, desertos e seres vivos, a Terra passou por diversas transformações.

Quando se formou admite-se, o planeta era tão quente que era impossível a vida desenvolver nele. O surgimento da vida só se tornou possível com algumas mudanças ocorridas, por exemplo, no clima e na composição dos gases atmosféricos. 

Atmosfera primitiva

Hidrogênio (H2) 

Nitrogênio (N2)

Metano (CH4)

Amônia (NH3)

Vapores de água

Atmosfera atual

Oxigênio (02)

Gás carbônico (CO2)

Vapores de água

Gases nobres

Os vapores de água foram um dos componentes mais importantes da atmosfera primitiva. Admite-se que eles resultaram da grande atividade dos vulcões. Esses vapores de água foram se acumulando na atmosfera durante séculos.

Nas altas camadas da atmosfera, os vapores de água, na forma de densas nuvens, resfriavam-se e, condensando-se, começaram a cair como chuva. Era o início do ciclo da água, que ocorre até hoje (evaporação => condensação => chuva). Como a superfície da Terra era quentíssima, a água evaporava-se quase imediatamente, voltando a formar nuvens. Por milhões de anos, imagina-se, houve essa seqüência de chuvas e evaporação antes que os oceanos fossem formados. Somente quando a superfície da Terra se resfriou muito, começou a haver acumulo de água líquida em regiões mais baixas, formando lagos, mares e oceanos.

Foi nos oceanos primitivos que a vida deve ter se originado. Pelo menos é o que até agora os cientistas têm aceito como hipótese mais provável. Um deles, o bioquímico russo de nome Aleksandr Ivanovitch Oparin (1894-1980), procurou explicar a formação do primeiro ser vivo a partir de moléculas orgânicas complexas.

Das moléculas orgânicas aos coacervados

Oparin acreditava que as moléculas orgânicas foram produzidas a partir de reações ocorridas entre os gases existentes na atmosfera primitiva. Essas reações teriam sido provocadas pela energia do raios ultravioletas do Sol e pelas descargas elétricas dos raios durantes as tempestades, então muito freqüentes.

Entre as diversas moléculas orgânicas supostamente produzidas a partir de gases primitivos, destacam-se os aminoácidos. Os aminoácidos formados devem ter combinado entre si dando origem a outras substâncias mais complexas, chamados proteínas. Ao longo de milhões de anos, as proteínas foram se acumulando nos mares primitivos e se juntando em minúsculos aglomerados, que Oparin chamou de coacervados.

A VIDA NA TERRA


Nosso planeta teve origem há cerca de 4,6 bilhões de anos e a existência da Terra está dividida em eras geológicas. O período desde a formação do planeta até 570 milhões de anos atrás é conhecido como era Pré-cambriana e foi no início desse período que surgiram moléculas com capacidade de autoduplicação, responsáveis por anunciar a origem vida.
A atmosfera terrestre possuía uma composição diferente da atual. Acredita-se que era composta pelos gases metanoamoníaco,  hidrogênio e vapor de água. As fortes descargas de relâmpagos e os raios ultravioleta irradiados pelo sol teriam promovido uma grande variedade de reações químicas na atmosfera, levando ao aparecimento, entre outras, de moléculas orgânicas simples, como alcoóis, aminoácidos e açúcares.
Tais moléculas teriam sido arrastadas pelas chuvas da atmosfera até os mares. Nesse novo ambiente, teriam se reunido e formado moléculas orgânicas mais complexas, as chamadas proteínas. Estas, por sua vez, convivendo em meio ácido formaram aglomerados hoje conhecidos comocoacervados ou, estimuladas pela variação da temperatura, reuniram-se, formando pequenas gotas conhecidas como microsferas.
Tanto os coacervados como as microsferas são detentores de proteínas enzimáticas associadas a um tipo de molécula originada nas atmosferas primitivas, o ácido nucléico. Esses aglomerados podem ser considerados o primeiro exemplo de ser vivo, pois se acredita que teriam capacidade de se metabolizar, se reproduzir e transmitir hereditariedade, desenvolvendo com isso a aptidão para evoluir.
Várias teorias
Outras explicações sobre a origem da vida também são aceitas. Para alguns cientistas, as moléculas precursoras da vida foram formadas no fundo dos mares, em regiões de água aquecida pela lava das erupções vulcânicas. Essa água, rica em gás sulfídrico, é utilizada por um tipo de bactéria para produzir alimento. Além disso, ao se reproduzir nesse meio, tais moléculas estariam protegidas das intempéries, dos meteoros e dos efeitos da evaporação.
Podemos, ainda, acreditar que as primeiras moléculas orgânicas tenham caído na Terra a bordo de cometas e meteoros. Assim, uma parte da comunidade científica acredita que as moléculas orgânicas teriam ficado grudadas à argila, formando concentrados de moléculas que em interação produziram novas moléculas orgânicas capazes de se duplicar.
Da análise desse quadro, pode-se concluir que os primeiros seres vivos deveriam ser bastante simples e, na verdade, existem ainda hoje algumas bactérias denominadas arqueobactérias (arqueanas) que são capazes de viver em locais ermos como fontes de água quente, lagos salgados e pântanos. Acredita-se que as arqueanas seriam os seres que mais se assemelham aos primeiros seres vivos, embora sejam bem mais complexos que estes. Esses seres primevos cresciam e partiam-se em pedaços capazes de manter as características originais, perpetuando assim sua linhagem e conseguindo se reproduzir.
Alguns cientistas acreditam que os primeiros seres vivos, que se alimentavam das próprias substâncias orgânicas que lhe propiciavam formação, eram seres heterótrofos, pois não conseguiam produzir seu próprio alimento. Outros pesquisadores acreditam que eles obtinham energia a partir de reações químicas, fabricando suas próprias substâncias a partir das substâncias inorgânicas.
Atualmente, existem seres capazes de sobreviver em regiões inóspitas como fontes de águas quentes e vulcões submarinos, que igualmente utilizam o processo citado para obtenção de energia, são os seresquimiolitoautótrofos.
O papel da fotossíntese
O aparecimento da fotossíntese, a produção de alimento a partir de substâncias inorgânicas simples utilizando-se da energia radiante (luminosa), foi um passo importante e decisivo na história da vida na Terra. Acredita-se que inicialmente a fotossíntese tinha como reagentes o gás carbônico e o sulfeto de hidrogênio, como ocorre nas sulfobactériasatualmente.
Na presença da luz, as sulfobactérias primitivas eram capazes de transformar o gás carbônico e o sulfeto de hidrogênio em glicose, enxofre e água. Posteriormente, surgiram seres capazes de aproveitar a água nesse processo, eles seriam os ancestrais das cianobactérias.
Quando isso ocorria, a fotossíntese se processava tal como na maioria dos casos hoje, ou seja, na presença da luz esses seres eram capazes de transformar gás carbônico e água em glicose e gás oxigênio. Como a Terra possuía uma grande disponibilidade de água, esses ancestrais das cianobactérias puderam se espalhar pelo planeta.
Essa proliferação foi tão grande que a atmosfera terrestre foi modificada em razão do acumulo do gás oxigênio produzido nessa reação. Outras condições do ambiente terrestre também foram modificadas. O oxigênio reagiu com os gases da atmosfera, que oxidou os metais, os quais passaram a se depositar no fundo dos mares e rios, e reagiu também com os compostos orgânicos degradando-os, causando um grande impacto ambiental.

SISTEMA SOLAR TEXTO


O sistema solar
O sistema solar
O sistema solar é um conjunto de corpos celestes que se encontram em um mesmo campo gravítico. Os corpos celestes acima citados são os planetas, as estrelas, o sol, os asteroides, os cometas, os meteoroides (meteoritos).
Existem várias teorias que tentam explicar a origem do Sistema Solar, porém a mais aceita diz que a formação do sistema se deu através de uma grande nuvem formada por gases e poeira cósmica que em algum momento começou a se contrair acumulando matéria e energia originando o Sol.

Em torno do sol os planetas realizam sua órbita de forma elíptica cada qual com suas próprias características como, por exemplo, tamanho, massa, densidade e gravidade. Os planetas que se encontram mais próximos do sol possuem composição sólida enquanto os planetas menos próximos possuem composição gasosa.

Dentre os outros corpos celestes, os asteroides são menores que os planetas e são compostos por minerais não voláteis. Os cometas são compostos por gelos voláteis que se estendem pelo núcleo, cabeleira e cauda. Meteoroides são compostos por minúsculas partículas que ao chegarem ao solo, caso aconteça, chamam-se meteorito. O Sistema Solar está contido na Via Láctea, que ainda abriga cerca de 200 bilhões de estrelas.
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O SISTEMA SOLAR



Ordem: Sol - Mercúrio - Vênus - Terra - Marte - Júpiter - Saturno - Urano - Netuno.

Regras básicas de nomenclatura proposta por Linnaeus em seu livro Systema Naturae em 1735


1.
A nomenclatura binomial é o método formal e o único universalmente aceito para a atribuição do nome científico ás espécies. Como o termo "binomial" sugere, o nome científico de uma espécie é formado pela combinação de dois termos: o nome do género (nome genérico) e o epíteto específico (espécie).

2.
Todas as espécies são identificadas por um binomio, isto é, um nome composto por dois nomes: um nome genérico e um específico. Nenhum outro taxon pode ter nomes compostos por mais de uma palavra.

3.
As subespécies têm um nome composto por três nomes, ou seja, um trinome, colocados pela seguinte ordem: nome genérico, nome específico e o nome subespecífico.

4.
Todos os taxa hierarquicamente superiores à espécie (gênero, família, ordem, classe, filo e reino) tem nomes constituídos por uma única palavra.

5.
Os nomes científicos devem ser sempre escritos em itálico, como em Homo sapiens (Homem), Passiflora edulis (maracujá), Canis lupus (lobo), Musca domestica (mosca) , Homo neanderthalensis (Homem de neanderthal), Pirus malus (maçã). Quando manuscritos, ou quando não esteja disponível a opção de escrita em itálico, devem ser sempre sublinhados.

6.
O primeiro termo, é o nome genérico é sempre escrito começando por letra maiúscula, enquanto o nome específico deve sempre iniciar com letra minúscula.

O que propõe a teoria da evolução química?

A teoria da evolução química, Também chamada de Teoria da evolução molecular admite que a vida surgiu como resultado de um processo de evolução química, em que compostos químicos inorgânicos se combinaram originando moléculas orgânicas relativamente simples (aminoácidos, açucares, bases nitrogenadas, ácidos graxos, etc.); estas por sua vez também se combinaram por de várias maneiras, produzindo moléculas mais complexas (proteínas, lipídios, ácidos nucléicos, etc.). E finalmente, moléculas complexas teriam originado estruturas com capacidades de se autoduplicar e de realizar metabolismo, que seriam os primeiros seres vivos.

Essas duas teorias não são opostas, uma vez que os defensores da panspermia dizem que onde quer que a vida tenha surgido foi por evolução quimica, ou seja, foi um processo abiogênico. Já os defensores da Evolução química acreditam que as condiçoes para o surgimento da vida na terra já estava presente na terra primitiva, não necessitando de viagens interplanetárias para isso. :)